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quinta-feira, 12 de outubro de 2017
Post Especial : Feliz dia das Crianças + A Criança que Antoine de Saint-Exupéry foi um dia.
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Post Especial : Feliz dia das Crianças + A Criança que Antoine de Saint-Exupéry foi um dia.
quarta-feira, 13 de setembro de 2017
Resenha Completa A volta do Pequeno Príncipe.
Olá amigos Bem vindos ao B612!

A Volta do Pequeno Príncipe
Resenha
By: Clarissa Rocco.
A Volta Do Pequeno Príncipe, Antoine De Saint-Exupéry,
Literatura Infantil, Luciula Soares, O Pequeno Príncipe, ResenhaBom, geralmente eu inicio meu diálogo com você, olá amigos
bem vindos ao B612, com um breve, mas caloroso, "Fala Galera!", no
entanto hoje eu desejo variar minha locução, pois a resenha de hoje é voltada
para mães, pais, tios, tias, avós e avôs, professores e crianças.
Eu sou Clarissa Rocco e Uma jovenzinha estudante apaixonada
pela obra O Pequeno Príncipe e também uma colecionadora do Principezinho, moro em
São Paulo, e hoje trago para vocês uma obra especial. Conheçam a continuação de
O Pequeno Príncipe: Se vocês leitores e fãs
do Pequeno Príncipe sempre quiseram saber o que aconteceu com o Pequeno Príncipe
depois que ele deixou a Terra, agora vocês vão saber.
A Volta do Pequeno PríncipeLuciula Soares
Eu Sou fã do
Pequeno Príncipe de Antoine de Saint-Exupéry e sempre ouvi que quanto mais
velha eu for mais capaz de analisar a obra eu serei. Há alguns meses atrás conheci
uma pessoa maravilhosa que teve a coragem de escrever a tão esperada continuação
do Pequeno Príncipe, A Volta do Pequeno Príncipe. No final da obra de
Antoine o autor se despede fazendo um apelo para que alguém que visse o
pequenino garoto de cabelos dourados lhe escrevesse uma carta comunicando-lhe a
respeito do contato com o garoto que encheu o coração daquele homem de saudades
após sua partida. Por que isso é relevante? Porque A Volta do
Pequeno Príncipe se inicia a partir de uma carta escrita ao autor, atendendo ao
seu apelo e comunicando que o Pequeno Príncipe fora avistado. Luciula explica
ainda que essa carta pudesse ser escrita apenas 70 anos depois por conta da lei
dos homens (direitos autorais) e essa é uma informação que, além de dar conta
de explicar ao autor a demora da escrita, ainda traz ao leitor a linguagem tão
própria que Antoine usou no Pequeno Príncipe. Serei agora técnica,
para em seguida falar da minha experiência como leitora. Na minha opinião (e
da minha professora, especialista em Literatura Infantil e Juvenil na minha
escola), ao analisar o padrão de linguagem de Antoine no primeiro livro e a de
Luciula no segundo, percebi algo que fez com que eu me encantasse por Luciula:
Ela não tenta contar a história como Antoine contou, não tenta copiar sua técnica, ela cria uma
própria que, a meu ver, é o resultado puro aemulatio o que faz com que a autora seja capaz de
personificar a linguagem simples e direta, repleta da oralidade que Antoine
construiu, de sua própria forma. É algo magnífico. Não me lembro de ter
reconhecido a Aemulatio em alguma obra do século XXI de forma tão eficiente.
Aqui a aemulatio não funciona na tentativa de superar ou competir com o
original, mas sim como uma tentativa de recuperar o espírito com que o primeiro
livro se encerrou e, na minha opinião, Luciula Soares o fez de forma perfeita. O uso de aquarelas
próprias, bem construídas e intercaladas com trechos cruciais da história,
recuperam o espírito de O Pequeno Príncipe. Eu costumo temer fortemente as
obras que terminam de forma excepcional, mas nesse caso fui obrigado a engolir
meu temor com uma caneca de chocolate quente. O trabalho de Luciula Soares
recupera a essência de O Pequeno Príncipe de forma magnífica.
Agora passo a vocês a
minha experiência como leitora.
A Volta do Pequeno
Príncipe narra o retorno do principezinho de cabelos dourados ao seu asteroide,
junto de seu carneiro e, ao voltar para sua casa um anos após sua partida,
percebe que sua amada rosa se foi, deixando para trás apenas a memória na mente
do príncipe e uma haste presa ao chão. O que temos em A Volta do Pequeno
Príncipe é um garoto já amadurecido que tem de lidar com a dor de perder quem
ama e seguir em frente, sobrevivendo com o sentimento de perda que
constantemente invade seu coração. Em meio a dor ele encontra o amor em um
beija-flor que, aos poucos, vai ensinando de forma lúdica e sábia que a vida,
apesar de triste em alguns momentos, consegue trazer novos ares e novos amores. A outra parte da
narrativa de A Volta do Pequeno Príncipe trata do inverso do primeiro livro.
Agora o Pequeno Príncipe é visitado pelas pessoas em seu asteroide e passa a
ver o comportamento humano com um olhar mais amadurecido, resultado de seu ano
como habitante na Terra. Esse amadurecimento é característico da infância e
confesso que ao ler a obra de Luciula eu pude me sentir como uma criança
novamente. No fim, O Pequeno Príncipe reencontra seu velho amigo de uma forma
que não consigo descrever sem o uso exagerado de adjetivos (e não, não vou contar
o final! Vocês precisam ler o livro por si mesmos! Vale muito a pena!) O Livro é
bem fiel ao original A Literatura
Brasileira ganha em muito com sua obra. Eu humildemente lhe agradeço, Luciula Soares,
por trazer de forma esplendorosa e magnífica uma história que conseguiu
encerar-se perfeitamente duas vezes. Você fez meu coração alegrar-se por ver
novamente o Pequeno Príncipe em novos ares e de forma tão viva. A você, meu
muito obrigado e maior desejo de sucesso. A vocês leitores,
lhes peço que leiam AGORA esse magnífico livro. Vocês não vão se arrepender.A Volta do Pequeno Príncipe. O livro infantil que vai lhes contar o que aconteceu com o
nosso querido Pequeno Príncipe após o termino do livro original. Luciula Soares virou mais que uma escritora que admiro,ela
virou minha amiga e me enviou um exemplar raro a primeira edição de a Volta do
Pequeno Príncipe com uma linda dedicatória escrita em cor de rosa ( Minha cor
favorita).
Vejam as fotos:
Autor: Luciula Soares
Número de páginas: 70
ISBN: 978-989-51-7242-9
Colecção: Literatura Juvenil
Género: Recreio
Idioma: Pt
Onde encontrar: Infelizmente esse belo livro é um tanto difícil de ser encontrado,mas pode ser adquirido pelo site da editora Chiado. Deixo aqui o link para vocês.
https://www.chiadoeditora.com/livraria/a-volta-do-pequeno-principe
Espero que tenham gostado!
Beijos estrelados até a próxima.
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Resenha Completa A volta do Pequeno Príncipe.
quinta-feira, 7 de setembro de 2017
Bonecos artesanais Pequeno Príncipe + Raposa perfeitos inspirados no filme de 2015!
Olá amigos Bem Vindos ao B612!

Bonecos artesanais perfeitos inspirados no filme de 2015!
Quem aqui, se apaixonou com a versão mais recente do Pequeno
Príncipe lançada para cinema dirigido por Mark Osborne? Eu acredito que todos
os fãs do Pequeno Príncipe se encantaram com a animação de 2015. E se você
ficou com vontade de levar para casa o principezinho e a raposa da garotinha, fique
sabendo que agora poderá ter o seu príncipe e raposa inspirados no filme. A dupla O Pequeno
Príncipe + Raposa agora na sua casa! O ateliê Yuri Rocha faz bonecos artesanais
por encomendas baseados no novo filme O Pequeno Príncipe e são perfeitos! A
perfeição é tanta que chega a impressionar. O Pequeno Príncipe é feito em feltro, enchimento acrílico e
arame encapado com lã, ele tem 35
cm de altura, não para em pé sozinho.
O Sr. Raposo é feito em tecido e feltro, enchimento acrílico
e botões, ele tem 53cm de comprimento, sendo 26cm sentado, para sentado.
Estes produtos são exclusivos da loja ateliê do Yuiria,
foram desenvolvidos inspirados no filme O Pequeno Príncipe de 2015 e nas ilustrações
do livro de Antoine de Saint-Exupéry.Eu tenho o meu já faz um tempinho e posso garantir que são
perfeitos!
Vejam as fotos:
Compare o boneco com os personagens do filme e poderá ver a perfeição!
Onde encontrar ? Site Elo 7 feitos por encomenda,tempo de produção 15 dias. Preço: Na Época paguei 279,90 o Pequeno Príncipe + a Raposa, Hoje em dia está custando R$ 269,90.
Espero que tenham gostado!
Beijos Estrelados até a Próxima.
quarta-feira, 6 de setembro de 2017
Nova edição do Pequeno Príncipe será lançada em breve!
Olá amigos bem vindos ao B612!

Boa noticia ao fãs colecionadores do Pequeno Príncipe!
Editora lançará ‘O Pequeno Príncipe’ traduzido por Mario
Quintana
Por não possuir os direitos sobre o clássico da literatura
mundial, Melhoramentos guardou trabalho inédito do poeta gaúcho por cerca de
setenta anos.
Repleta de anotações à mão e redigida em uma máquina de
escrever, a única cópia da tradução do escritor Mario Quintana (1906-1994) para
o clássico O Pequeno Príncipe, do francês Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944),
levou quase 70 anos para vir a público.
Página da tradução de Mario Quintana para o clássico 'O
Pequeno Príncipe' (Alexandre Franco, Melhoramentos/Divulgação)
Inédita, a tradução está em processo de edição e será
lançada em breve pela editora Melhoramentos. O lançamento coincide com as
comemorações de 111 anos do nascimento do poeta nascido em Alegrete (a 440 km de Porto Alegre). Foi
nos arquivos da editora que o copião permaneceu guardado, por volta de 1950 até
os dias de hoje. Mas nem sempre a tradução esteve perdida. A atual gerente
editorial da Melhoramentos, Leila Bortolazzi, trabalhava há pouco tempo na
editora quando, em 1981, encontrou uma pasta envelhecida em meio a outros
projetos. “Bati os olhos na pasta e comecei a folhear. Eu li a capa. Estava
escrito O Pequeno Príncipe – Tradução de Mario Quintana. Eu disse: ‘Espera,
acho que não li direito’. Meu coração disparou”, relembra Bortolazzi. Quintana traduziu mais de cem obras, incluindo as de autores
franceses como Marcel Proust, Honoré de Balzac e Voltaire. Do inglês, Quintana
traduziu Virginia Woolf e Graham Greene, para citar alguns. Como O Pequeno
Príncipe foi lançado primeiramente nos Estados Unidos, em 1943, Bortolazzi
deduz que Quintana deve ter feito a leitura tanto do inglês quanto do francês
para fazer sua tradução.
O poeta Mario Quintana, que terá lançada no Brasil a sua
tradução do clássico ‘O Pequeno Príncipe’ (Adolfo Gerchmann/VEJA)
Juntamente com Isis Valeria Gomes, que à época comandava a
área editorial, Bortolazzi pesquisou a origem do material e concluiu que era
realmente inédito. Porém, o livro não poderia ser lançado. No Brasil, os
direitos da obra de Saint-Exupéry pertenciam à editora Agir, que publicou a
primeira edição em 1952, com a tradução mais conhecida, de dom Marcos Barbosa
(1915-1997), padre que integrou a Academia Brasileira de Letras (ABL). Não se sabe ao certo por que a editora Agir conseguiu os
direitos da obra antes da Melhoramentos, já que tudo indica que a tradução de
Quintana foi a primeira. “Guardamos a pasta, conservada em outra embalagem,
registramos o material. A gente sabia que só dali a trinta e tantos anos
poderia ser lançado”, conta Bortolazzi.
O escritor e aviador francês Antoine de Saint-Exupéry, autor do clássico ‘O Pequeno Príncipe’ (//AFP)
Era preciso esperar que a obra entrasse em domínio público,
setenta anos após a morte de Saint-Exupéry. O escritor, que também era piloto,
morreu após seu avião ser abatido na costa francesa em 1944, durante a Segunda
Guerra. A obra entrou em domínio público em 1º de janeiro de 2015 e dezenas de
edições diferentes e novas traduções, como a de Frei Betto e Ivone Benedetti,
lotaram as livrarias brasileiras: capa almofadada, quadrinhos, capa dura,
edição de bolso e até para colorir.
“Apesar de termos uma joia em mãos, o livro não teria a
força nesse furor inicial de tantas edições competentes e de outras traduções
prestigiadas como a de Ferreira Gullar”, explica a gerente editorial. Por isso,
a Melhoramentos decidiu esperar e o lançamento será neste semestre.
Capa de edição francesa do livro ‘O Pequeno Príncipe’, de
Saint-Exupéry (Reprodução/Reprodução)
Fluidez e musicalidade
Antes de entrar para a “linha de produção” da editora,
entretanto, era preciso ter certeza de que a tradução era, de fato, de
Quintana. Isso porque não havia contrato ou até mesmo recibo de pagamento
arquivado que ajudasse a confirmar a autoria. Para isso, o poeta e amigo de
Quintana Armindo Trevisan, de 83 anos, teve acesso ao documento e confirmou: a
tradução era mesmo do seu “mestre”, como ele chama o autor de A Rua dos
Cataventos. Trevisan é autor de diversos livros sobre a obra de Quintana.
Trabalhando no seu escritório em Porto Alegre, o intelectual
cotejou oito traduções de O Pequeno Príncipe e concluiu: a do conterrâneo é a
melhor. “A superioridade estilística de Quintana, em nossa opinião, se impõe.
Quintana é o único por sua precisão vocabular, naturalidade de expressão,
fluência e musicalidade do fraseado, e a carga de sugestão poética do
conjunto”, escreveu para o material de apoio que acompanhará a obra.
Trevisan produziu o prefácio, glossário e notas de rodapé da
edição. Ao longo da pesquisa, detectou escolhas tradutórias diferentes das
demais traduções brasileiras. Nos famosos capítulos finais de diálogo com a
personagem da raposa, por exemplo, Quintana não usa o verbo “cativar”, mas
“domesticar”.
Nesse quesito, Trevisan diz que a tradução de Quintana “não
é tão correta quanto a de Dom Marcos”, mas que o verbo domesticar “sugere um
ato neutro: o de amansamento”. Assim, os leitores acostumados com o trecho “tu
te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas” irão se deparar com o
estilo mais direto e singelo de Quintana: “És responsável, para sempre, pelo
que domesticaste”.
Outro trecho que chamou atenção do estudioso foi o da
abertura. No início do texto, uma cobra feroz engole um animal. As traduções
brasileiras optaram pelo termo “jiboia” enquanto Quintana manteve a expressão
“boa constrictor”, de Exupéry. Para Trevisan, a escolha do amigo deve estar
ligada às próprias ilustrações que mostram uma serpente em posição ativa de
ataque, diferentemente da ideia da jiboia, que originou a expressão “jiboiar”
para um dos sinônimos para o estado de preguiça e sonolência.
O documento original mostra as correções e anotações de
Quintana. É possível ver o tradutor mudando de ideia quando usa a palavra
“presunçoso” para definir um personagem. Quintana modifica, bem ao seu modo
despretensioso, para “um homem importante”. “Acho que ele não quis passar essa
característica de cara para quem fosse ler. Acredito que tenha sido para deixar
que a pessoa deduzisse e chegasse sozinha a essa conclusão”, opina Bortolazzi.
O que eu achei dessa noticia ? Eu só posso dizer que amei!!! Estou super ansiosa para comprar a nova edição do Pequeno Príncipe com a tradução do Mario Quintana. Como toda boa colecionadora é claro que vou comprar no dia do lançamento! E é claro que vou mostrar todos os detalhes para vocês.
Espero que tenham gostado!
Eu amei!!! Beijos Estrelados até a Próxima!
terça-feira, 5 de setembro de 2017
Capas do Pequeno Príncipe pelo mundo!
Olá amigos Bem vindos ao B612!
Capas pelo Mundo: O Pequeno Príncipe
Olá amigos fãs do Principezinho!
Hoje, Capas pelo Mundo do livro mais amado do planeta Terra
"O Pequeno Príncipe", e quem nunca ouviu falar! Bom se você faz parte
dessa minoria que nunca ouviu falar sobre o livro O Pequeno Príncipe, então lá
vai!!!A obra do autor francês Antoine de Saint-Exupéry, publicada
em 1943 nos Estados Unidos. De primeira você olha e diz que o livro é para
crianças, se você pensou assim está redondamente enganado, o livro possui um
grande teor poético e filosófico, além de ser incrivelmente fofo e lindo, como
não se apaixonar pelo principezinho. Esse livro não é fraco não! O livro
original vendeu cerca de 143 milhões de exemplares e até hoje continua sendo um
sucesso.
Poxa, você está em um blog do Pequeno Príncipe e nunca ouviu
falar sobre ele???? Então corra e compre logo o seu livro que você também vai
virar fã!
Curiosidades
Há um museu do Pequeno Príncipe em Hakone, no Japão que
recebe cerca de 400 mil visitantes por ano.
Mas vamos parar de lenga lenga e falar sobre as capas. O livro para ter capas, nossa são muiitas então selecionei
algumas para fazer a Primeira parte,pois pretendo mostrar todas as capas do Pequeno Principe nos próximos posts. Então fiquem ligados!
E é claro não podia faltar as francesa.
E ai! o que acharam do post? Qual foi a capa que vocês mais gostaram, deixe nos comentários! Bem,espero que tenham gostado,pois essa foi apenas a primeira parte!
Existe muito mais capas do Nosso Querido Pequeno Príncipe pelo mundo e eu tentarei postar todas aqui! Então fiquem ligados nos próximos posts.
Beijos estrelados até a próxima!
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